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"BENDITA HORA DE ORAÇÃO, PRODUTO SÓ DA DEVOÇÃO"

>> quinta-feira, 30 de julho de 2009


Domingo passado, cumprindo nosso compromisso de reler o Evangelho, em nosso caso aqui na Estação São Paulo, a partir de Lucas, iniciei o capitulo 11 e me deparei com uma expressão encantadora: "...EM UM CERTO LUGAR, JESUS ORAVA...".

Confesso, fiz uma viagem até os dias da minha juventude, pois, foram naqueles dias que iniciei uma caminhada nesta matéria, a ORAÇÃO.

Naqueles dias, escolhi alguns lugares, alguns horários e alguns assuntos para investir algum tempo em ORAÇÃO.

Buscava uma colocação profissional, que, pudesse gerar recursos suficientes para me casar e constituir a minha família e prove-la com o que considerava os mínimos razoáveis, ou seja, PÃO, ABRIGO E O VESTIR, que nos permitisse o ir e vir com mínimos de dignidade.

Afinal, foram estas as pre-ocupações dos discípulos: MORAR, COMER E VESTIR. Pedidos dignos, pensavam os discípulos e eu também.

A resposta do Mestre a estas pre-ocupações foi: BUSQUEM O REINO DE DEUS E A SUA JUSTIÇA, E TODAS ESTAS COISAS ( MORAR, COMER E VESTIR ) LHES SERÃO ACRESCENTADAS.

Depois de mais de 30 anos deste bom tempo da juventude, quando leio este "EM UM CERTO LUGAR..." que pode ser qualquer lugar, qualquer hora, qualquer circunstancia, re-encontro-me com o tema e re-encanto-me com Jesus de Nazaré.

Hoje, ao reler estas expressões entendo, um pouco, quase nada, do porque Jesus orava.

Atrevo-me a pensar que hoje eu oro pelo mesmo motivo que Ele orava, perdão pela pretensão, sim, hoje oro porque o ambiente da oração é um lugar seguro.

É um lugar seguro porque, quando oro, estou na presença do Eterno e a presença dEle é o lugar mais seguro do universo.

Oro porque Ele, o Deus Eterno é bom e as suas misericordias se renovam a cada manhã. Por isto oro. Por causa dEle. E isto faço, não porque seja melhor que você ou quem quer que seja, faço porque tenho entendido, que Ele é o foco das minhas orações.

O foco das minhas orações não são as minhas necessidades, pois, todas elas, Ele o sabe muito bem e acrescentou que antes que as pedisse, Ele já o sabia.

Oro porque em oração posso, conforme o salmista, "DERRAMAR O MEU CORAÇÃO" sem reservas. Tudo. Sem nada esconder. Sem nada temer. A Ele posso entregar todo meu ser. O que há de bom em mim, se é que há algo bom em mim, mas, também a Ele entrego tudo que em mim não presta, pois, Ele sabe o que fazer com tudo.

Re-encanto-me com este "UM CERTO LUGAR" onde seguro eu estou. Hoje sei que este "UM CERTO LUGAR" é um estado de alma, de espírito. Este UM CERTO LUGAR é um ambiente construído por Ele mesmo, a medida que na Cruz nos reconciliou com o Pai Eterno.

Este UM CERTO LUGAR, esta disponível o tempo todo, todo tempo em todos os lugares. É só viver cada dia com esta boa sensação de que Ele está conosco. Sendo assim, com Ele converso o tempo todo.

Porque é assim, claro, não desprezo a possibilidade, sem nenhum tipo de barganha ou sacralização, de estabelecer UM LUGAR, UM CANTO, UM ESPAÇO, UM AMBIENTE e UM DIA, UMA HORA para com Ele, estreitar ainda mais a nossa amizade.

Neste lugar re-lembraria alguns hinos antigos como: "QUÃO PRECIOSAS SÃO AS HORAS NA PRESENÇA DE JESUS. COMUNHÃO DELICIOSA DE MINHA ALMA COM A LUZ" ou, "BENDITA HORA DE ORAÇÃO, PRODUTO SÓ DA DEVOÇÃO".

Terminei minha singela reflexão no domingo, mais uma vez, encorajando os queridos caminhantes a ORAR e faze-lo assim, isto é, ORANDO SIMPLES, MAS, ORANDO SEMPRE.

É o que temos feito quando nos encontramos aos DOMINGOS 18H30.

Você, sua família, seus amigos e tantos quantos desejarem, são sempre muito benvindos entre nós.

Encaminhe este e-mail a quem você entender que possa ser útil. "FAZER O BEM É BOM E FAZ MUITO BEM"

Segue abaixo informações sobre nós e o Caminho da Graça.

É sempre festa quando você chega.

Tomara nos encontremos DOMINGO.

Graça, paz & todo bem a você e sua casa.



Carlos Bregantim

Caminho da Graça
Estação São Paulo

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Se Eu Quiser Falar com Deus

>> sexta-feira, 10 de julho de 2009


(...)
Eu preciso de ti, oh Pai!
Sou pequeno demais
Me dá a tua paz
Largo tudo para te seguir!

Entra na minha casa
Entra na minha vida
Mexe com minha estrutura
Sara todas as feridas
Me ensina a ter santidade
Quero amar somente a ti
Porque o Senhor é meu bem maior
Faz um milagre em mim!

***

Em relação à Música, quem me conhece sabe que não curto muito essas letras "pobres", sem reflexão, sem mistério, sem novidade, sem criatividade.
Essa, acima, é uma letra desse tipo que, em lendo, nada me acomete. Passa batido e sem batida em mim.
Eu a ouvi até retumbante, como os instrumentos de sopro transformam as canções, ela estava toda osquestrada por muitas vozes, acusticamente poderosa... Foi há umas semanas atrás, numa catedral católica da cidade, durante o casamento de uma amiga querida. Sim, gostei e apreciei, mas nem assim eu a "senti".

Por outro lado, quando estou orando, seja no quarto mais íntimo da alma ou nas "estações" de pouso público - e mesmo nas calçadas da vida por onde caminho cantarolando - é exatamente assim que me expresso! É "bobo" assim, simples assim!

Ora, como ser criativo diante do Criador?
Só se eu for um tolo ou não acreditar estar realmente falando com Ele! Porque quem cria é Ele, e eu sou "feitura Dele, criado de antemão..."
Como lhe falar alguma novidade?
Ele tudo sabe e é a Boa Nova em Pessoa!

Não fico filosofando quando estou orando! Acho doentio alguém orar a Deus procurando termos e verbos.
Orar não é "português", e "embria-guez", é a gente feito embrião no ventre!
Oração não é mentalização, é desejo! É vontade de mamar, é criança balbuciante, pedinte, que não sabe se expressar senão com gestos e olhar!

Sei que a mente pode até entorpecer, e o mais lúcido dos homens vira alucinação, fica embriagado! Se funde com o sagrado e não entende nem o que fala, em verbalizações inexpremíveis...

Daí que a oração não é linguagem intelectual, é testificação do enlace no espírito.
É derrame, é alma exposta, é gemido, é dor, amor, lágrima, sorriso... É mesmo básico, infantil, sem nada decorado, nada embelezado. É quem sou, como sou; é ânsia de vê-Lo agindo em mim, por mim, comigo!
Às vezes, é só gratidão, outras vezes é apelo, rogo, insistência, vômito! É, contudo, sempre súplicas com ações de graças!
E, às vezes, é só respiração, transpiração, inspiração, des-petrificação, plenificação e silêncio!

Todavia, dependendo de como estou, nem dentro de um mosteiro de quietude consigo concentrar-me em orar, de tanto que a mente perturbada circula acelerada pelos corredores desse labirinto que é viver agarrado à projetos e projeções. Eu tento. Não consigo. Parece que tenho mais o que fazer... Só elevo meus olhos para os "montes", na direção que Quem pode me prover socorro!

Mas quantas outras vezes, dentro do carro-que-sou-eu, em meio ao trânsito da urbanidade carregada, eu não "subi" e me agarrei Nele? "Meu Pai, me leva daqui... Me coloca em teus braços, me faz dormir... Acaba logo com isso, tenho saudades de ti! Ai... Ai.. que saudades de ti! Da glória que terei junto a Ti...Saudade de tudo que eu ainda não vi... De voltar de onde eu parti... e pela primeira vez, conhecer esse lugar! Lugar que agora, por ora, habita em mim! Ah! Tu habitas em mim... já ia me esquecendo... Cristo em mim, esperança de Glória!... Meu Bem Maior... Faz um milagre em mim..."

Pois é.... manos queridos... Se alguém me testemunhar orando verá a breguice que é fazê-lo!
Nas Escrituras, não vejo quem esteja orando como se a Deus estivesse pregando... Nem profeta, nem apóstolo, nem salmista e nem o Messias!

Afasta de mim esse cálice, Paaaaiiiii - Foi Jesus-não-pode-ser
Senhor, não sei falar, sou pesado de língua... Foi Moíses, tentando desviar-se
Tá bom, Senhor, eu vou! - Foi Ananias já cedendo...
Ai de mim que vou perecendo...Foi Isaías vendo o que não podia...
Senhor... sou apenas uma criança...Foi Jeremias, que se conhecia
Afasta-te de mim, pois sou pecador... Foi Cefas querendo Deus
Tu és o Cristo, o Filho do Deus Vivo!... Foi Cefas, feito Pedro
Eu encontrei teus altares, Deus meu e Rei meu! - Foi Davi todo seguro
Dá-te pressa em acudir-me!!! Levanta-te, Senhor!!! - Foi Davi todo inseguro
Ora, vem Senhor Jesus! - Foi João, fechando o Livro
Pai, nas tuas mãos entrego meu espírito - Foi Jesus fechando a História!


Tolices são orações enfeitadas em línguas in-devotas. Porque rasgos intelectuóides não cabem dentro de orações de verdade!
Orações de verdade só cabem dentro de ternos rasgados feito o Véu em devo-ção, sujos no pó e na cinza e lavados no Sangue, novo e vivo Caminho por onde a alma entra nua e ousada, com a fronte curvada e mesmo assim elevada, sempre assumida, sempre confessada!

Oração é a ação de adorar!
É ador-ação.
É música mesmo, cantada ou não!
Das mais tolas e sinceras... e oro agora por quem já perdeu essa dimensão:

"Pai, não deixa não..."


Marcelo Quintela

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O Homem é Semente


Ninguém foi mais claro e simples do que Jesus quanto a definir as conseqüências que advém de todas as expressões do homem no mundo.
Cada um será julgado pelo que foi. Sim, antes de tudo cada um de nós será julgado pelo que é..., muito mais do que em razão do que se faça.
Esta é a razão pela qual muitos que não fizeram nada de errado serão julgados negativamente, não em razão do que fizeram, mas sim de quem foram, puderam e tiveram..., e, portanto, pelo que podendo..., deixaram de fazer de bom.
Na Parábola das Ovelhas e Cabritos [Mt 25] Jesus nos ensina que a omissão é homicida e atraidora de grave juízo de Deus.
Não é preciso que se faça algo errado... Basta que não se faça nada... e tudo já está errado... Sim, pois até o não fazer, o se omitir, indica quem somos...
Na realidade o que o Evangelho ensina é que não é possível existir sem semear sementes de vida ou morte...
Somos semeadores sempre...
Nosso existir semeia sementes o tempo todo, seja por palavras, pensamentos, sentimentos, atitudes, juízos, ações ou omissões.
Não é possível existir sem semear!
Existir é semear...
Por isto não existe uma existência neutra, como se fosse uma Suíça existencial. Quem existe, semeia...
É por isto que somos advertidos que seremos sempre conhecidos pelo fruto de nossa vida, pois, eu semeio o que tenho no coração.
Mangueiras não dão semente de Fruta-Pão ou produzem flor de cactos.
Foi por esta razão que Jesus foi tão insistente no fato que pelos frutos se conhece o homem, assim como pelos frutos se conhece a árvore.
E mais:
Ele nos deu a mais simples forma de discernir a verdade da vida apenas vendo o fruto da vida.
“Podem ser colhidos figos em espinheiros ou uvas em abrolhos?”
O irmão de Jesus, Tiago, pergunta:
“Pode acaso a mesma fonte jorrar o que é doce e o que é amargo?” — seguindo a mesma lógica da vida ensinada por Jesus.
Paulo nos diz que tratar com descaso tal fato do existir é zombar de Deus, é achar que tal Princípio terá na pessoa que brinca com a vida a sua exceção...
“De Deus não se zomba: pois aquilo que o homem semear isso também ceifará”.
Ou seja:
Quem pensa que pode driblar tal Princípio da Vida, que diz que todo existir produz fruto — bom ou mal; e cada um com suas conseqüências, boas ou más — está brincando com Deus, ou em franco e explicito processo de zombaria de Deus como Criador de todos os Princípios da Vida.
Semear intriga e se queixar de receber ódio é zombaria...
Semear desconfiança e não aceitar colher suspeição ou distancia é brincar com Deus.
Semear corrupção, ou inveja, ou maldade e injustiça, e pretender não colher o desprezo que a maioria dá ao invejoso, o ódio que quase todo homem devolve à maldade e à injustiça recebidos, e ainda perguntar a Deus “por que” e se vitimar diante dos homens como um inocente... — é abominável diante de Deus.
O homem recebe espiritualmente da vida o que espiritualmente semeia na vida; assim como se ele plantar uma semente de uma qualidade e natureza específicas em seu pomar, colherá o fruto que corresponde à semente que ele plantou.
E mais:
Tem-se que saber que Deus perdoa as falsas semeaduras de nossa existência, ou as más sementes lançadas pelo nosso existir, ou mesmo os equívocos de nossas ações, mas, mesmo assim, não nos isenta conhecermos as conseqüências de nossa semeadura existencial e comportamental.
O “malfeitor perdoado” ao lado de Jesus na Cruz foi para o Paraíso, mas colheu todas as conseqüências que sua semeadura humana produziu no mundo.
Aliás, a primeira luz que nele brilhou como ação da Graça de Deus em sua consciência foi compreender que aquilo que o homem semeia ele mesmo ceifa — posto que dissesse: “... nós estamos recebendo o pagamento justo que os nossos atos merecem”.
Você anda por aí cheio de raiva, de cobiça, de amargura, de antipatia, de luxuria, de inveja, de maquinação, de ocultação, de omissão, de manipulação, de mentira, de infidelidade, de ciúmes, de intrigas, de mesquinharia, de intransigência, de desamor, e, depois, espera o quê?
Espera ser amado, querido, respeitado, tratado com dignidade, abraçado com sinceridade?
Sim, espera ficar amigo de Deus, dos anjos e dos homens bons?
Já vivi o suficiente para saber que tudo tem as suas conseqüências.
Sim, podemos até prová-las [as conseqüências] de modo já perdoado, como aconteceu com Davi, mas, mesmo assim, estaremos perdoadamente tendo que viver com as conseqüências do que plantamos.
É também por esta razão que a Sabedoria diz:
“Alegra-te jovem na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias de tua mocidade; anda pelos caminhos e satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos... Sabe, porém, que de todas essas coisas Deus te pedirá conta”.
Ao assim dizer a sabedoria ensina que o homem tem que escolher sempre, e que até as escolhas da juventude mais tenra têm suas conseqüências.
Daí a Sabedoria mandar viver até mesmo nos anos da “irresponsabilidade” — quando “love, then, is something easy to play” — com alegria consciente, pois, mesmo na alegria tola se está semeando algo sempre, e que sempre voltará para nós, não porque Deus o traga, mas apenas porque o semeador e a semente sempre se encontram na vida, posto que na existência o semeador e a semente sempre tenham a mesma natureza e qualidade de ser e existir.
Assim, é preciso realmente saber que tudo o que dizemos, fazemos, pensamos e imaginamos, nós irradiamos...
Sim, até quando nos omitimos e cruzamos os braços...
Outra coisa a se saber é que assim como semeamos em outros, também em nós outros semeiam.
Na realidade existe a semente em mim, no mínimo ambivalente; todavia, com tendência natural a tornar-se apenas mato ou espinheiro.
Entretanto, além disso, outros também semeiam em meu ser desde sempre. São heranças culturais, são influencias na infância, são amizades na adolescência, são traumas familiares, são impressões deixadas por pessoas que passam pela nossa vida..., além das sementes invisíveis das forças e poderes do ambiente espiritual que nos cerca.
No entanto, não se deve culpar os que semearam coisas ruins em nós, pois, culpá-los não salva a ninguém, muito pelo contrário; visto que na maioria das vezes os que assim fazem transferem para outros a responsabilidade..., jamais se curam em relação ao que neles foi semeado como mal.
Eu sou o responsável pelo que semeio e por não deixar que o que foi semeado de ruim em mim... se torne a minha própria semente na vida!
Afinal, é assim que é; pois, tribulação, dor, corrupção e morte vêm sobre a alma de todo homem que semeia o mal; assim como glória, honra, incorruptibilidade e vida eterna brotam como fruto normal na vida de todo homem que busca e faz o que é bom.
Duvidar disso e não atentar para tal realidade imbatível da existência, é como enforcar-se para dormir, esperando acordar um pouco mais descansado...

Nele, em Quem aprendo que aquilo que se semeia, se colhe, mesmo que o perdão nos tenha sido concedido pelo Pai,

Caio
8 de julho de 2009
Manaus
AM
www.caiofabio.com
www.vemevetv.com.br

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Os Machucados Filhos da Graça-Gelol

>> quinta-feira, 9 de julho de 2009



A tendência natural da alma é viajar entre pólos, especialmente quando sua conexão com um deles começou como obrigação, convenção, comportamento moral ou mesmo como uma obrigatória rebeldia amoral.



Medo, obrigação, culpa e ódio são em geral as forças que mais pressionam a alma contra um de seus pólos, nesse caso, da pior forma possível.



Assim, presa como uma lagartixa por alguma força que a pressiona contra a parede do sentir, a alma ali fica, até se despregar por alguma razão (geralmente um tragédia ou trauma), e, então, deixar-se pendular para o pólo oposto, e lá ficar por um tempo (com sorte), ou para sempre, como muitas vezes é o caso.



Outros vão sendo sacudidos de um pólo para o outro, e como são frágeis e reativos, vão indo e voltando sempre, cada vez mais cínicos, cada vez mais impermeáveis a qualquer coisa.



Alternâncias sistemáticas de pólos dolorosos ou desconfortáveis (como é sempre o caso) acabam por gerar cinismo, pois, ninguém agüenta mudar-se o tempo todo para o pólo oposto. Quando isto acontece, o equilíbrio nunca chega, pois, em tal caso, não se encontra equilíbrio, mas sim o cinismo como estabilidade.



Hoje o que se vê é a viagem Evangélico Coletiva para o pólo do cinismo.



Já se foi e voltou tantas vezes, que a maioria cansou...



É gente que não larga, mas que também não segura.



É gente que diz “amém” para tudo, mas que não faz nada.



É gente que confessa que crê, mas que por tal fé não vai a lugar nenhum...



Isto sem falar nos que foram tão traumatizados com tudo o que lhes sobreveio como engano e opressão religiosos, que, agora, mesmo quando encontram o Evangelho como Palavra e fé, tratam tudo como se em razão do engano passado tivessem ganhado um crédito que agora lhes faculta viver em descomprometida devoção e desinteressado engajamento.



Desse modo, dizem que agora sim; que a Graça agora os alcançou; que enfim ficaram libertos da opressão e do engano. Aleluia.



Entretanto...



Se antes doaram e dizimaram por medo, hoje nada dão por acharem que se antes foram ‘enganados’, agora é a vez deles ‘sonegarem’...



Se antes se engajaram por pavor, hoje sentem ser natural e justo trocarem qualquer “ministério” por pipoca com coisa nenhuma.



Se antes pregavam, ainda que de modo chato e sem sabedoria, hoje não confessam nada, nem sob tortura.



Se antes se esforçavam e se davam com toda força, hoje querem que tudo seja feito sem esforço e sem atitude; sem dinheiro e sem engajamento; sem ordem e sem objetivo.



Mas se algo não dá certo; se o que lhes fazia bem já não pode mais ser mantido disponível por falta de recursos financeiros; e se os que realizam essas coisas são discretos e maduros (e esperam que todos saibam que devem ajudar tudo o que faz bem e realiza o propósito do Evangelho) e, por isso, nada dizem sobre as dificuldades que experimentam — com a supressão daquela coisa, ministério ou serviço antes oferecido a todos; ou com sua retirada de sua disponibilidade e acessibilidade a todos, então, todos os filhos da “Graça traumatizada”, logo vêm correndo e querendo saber o que está acontecendo... — e, na maioria das vezes, com ares de cobrança.



Até mesmo muitos dos que aqui me escrevem, e são centenas e centenas de cartas todas as semanas (este site recebe muito mais e-mails do que a Revista Veja), demandam de mim que responda todas as cartas, como se minha existência fosse ficar aqui, sentado de dia e de noite, insone, atormentado como um Gadareno missionário, vendo carta a carta, me revolvendo sobre todas, e lendo-as sem parar, decorando o nome de cada pessoa, e memorizando todos os assuntos, de cada pessoa, e na seqüência...



E se demoro a responder... Ou se nunca respondo por nunca ter visto... Ah! Não queira nem saber... Levo cada bronca. Fico pasmo. É como se eu fosse um sonegador de bênçãos. Nada que eu não conheça de sobra, por assim ter sido, em medida devastadoramente maior, o tempo todo antes... Isso, todavia, era antes...



Mas hoje? Depois de tudo? E ante minha clareza e franqueza em tudo! E ainda assim existem cobranças brabas?! Loucura! Especialmente porque tudo aqui é na Graça e de graça.



Sim! Sempre me choca ver a total falta de percepção acerca de minha situação e de minhas limitações.



Interessante! Quase ninguém quer saber o significado de tudo o que fazemos; quais são as necessidades com as quais lidamos; o que mais poderia estar sendo feito, e o quão mais úteis poderíamos ser...



O salto de qualidade e alcance que poderíamos dar seria inimaginável, tão somente cada um ajudasse, se envolvesse, cresse que se está fazendo algo tão sério que faz Bem (e você é testemunha disto); e que tem o potencial de atingir muito mais gente, se cada um dos freqüentadores e beneficiados deste site, ajudasse como pudesse, inclusive financeiramente.



Aqui no site está dito como contribuir. Está aí. Qualquer um pode achar. Tudo explicado. Mas quantas vezes você que vem aqui todo dia já foi lá? E se foi, em quanto tempo esqueceu? O honesto mesmo é admitir que a maioria quase absoluta ama este site e dele se serve todos os dias; e que ficariam tristes e desolados se ele saísse do ar (eu sei), mas que jamais pensam que cada coisinha que aqui acontece recursos têm que ser investidos. E mais: que poderíamos estar fazendo muito mais se cada um ajudasse com um pouquinho só, mas que fosse o pouquinho do fiel e perseverante.



Estou dizendo isto sem nem bem saber a razão. É claro que desejaria que muitos acordassem para o que aqui digo. Entretanto, mais do que tudo, escrevi a fim de expressar como me sinto em relação à qualidade de compromisso dos atuais traumatizados filhos da graça-gelol.



E como vejo tal compromisso?



Ora, para mim esse suposto compromisso se manifesta pela sua total ausência de compromisso e interesse objetivo e prático nas coisas.



O compromisso dos traumatizados filhos da Graça-Gelol é dizer: “Legal mano! Não precisando de nada, disponha, ta? Graça e Paz!”.



A esses eu digo:



No Evangelho Deus prefere os filhos ‘não’ aos filhos ‘sim’. Pois os filhos ‘não’ dizem que não irão, mas sempre chegam antes. Mas os filhos ‘sim’, apenas dizem ‘sim’, mas seu ‘sim’ diz efetivamente ‘não’ para toda proposta do Evangelho.



Assim, atenção todos os filhos da Graça-Gelol:



Eis que muitos filhos ‘Não’ e muitos fariseus precedem vocês no reino de Deus; pois, mesmo dizendo ‘Não’, levaram Deus muito mais a sério do que vocês, que concordaram com tudo o que Jesus disse, mas não fizeram nada.







Caio

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Há abusos em nome de Deus

>> quarta-feira, 8 de julho de 2009



"Há abusos em nome de Deus"
Marília Camargo César*
Jornalista relata os danos do assédio espiritual cometido por líderes evangélicos.

REPORTAGEM de Kátia Mello, Revista ÉPOCA, 29 junho 2009 /N.580,pg. 69-70.

ÉPOCA - Por que você resolveu abordar esse tema?
Marília de Camargo César - Eu parti de uma experiência pessoal, de uma igreja que frequentei durante dez anos. Eu não fui ferid a por nenhum pastor, e esse livro nã o é nenhuma tentativa de um ato heroico, de denúncia. É um alerta, porque eu vi o estado em que ficaram meus amigos que conviviam com certa liderança. Isso me incomodou muito e eu queria entender o que tinha dado errado.
Não quero que haja generalizações, porque há bons pastores e boas igrejas. Mas as pessoas que se envolvem em experiências de abusos religiosos ficam marcadas profundamente.

ÉPOCA - O que você considera abuso religioso?
Marília - Meu livro é sobre abusos emocionais que acontecem na esteira do crescimento acelerado da população de evangélicos no Brasil. É a intromissão radical do pastor na vida das pessoas. Um exemplo: uma missionária que apanha do marido sistematicamente e vai parar no hospital. Quando ela procura um pastor para se aconselhar, ele diz: "Minha filha, você deve estar fazendo alguma coisa errada, é por isso que o teu marido está se sentind o diminuído e por isso ele está te batendo. Você tem de se submeter a ele, porque biblicamente a mulher tem de se submeter ao cabeça da casa". Então, essa mulher pede um conselho e o pastor acaba pisando mais nela ainda. E usa a Bíblia para isso. Esse é um tipo de abuso que não está apenas na igreja pentecostal ou neopentecostal, como
dizem. É um caso da Igreja Batista, que tem melhor reputação.

ÉPOCA - Seu livro questiona a autoridade pastoral. Por quê?
Marília - As igrejas que estão surgindo, as neopentecostais (não as históricas, como a presbiteriana, a batista, a metodista), que pregam a teologia da prosperidade, estão retomando a figura do "ungido de Deus". É a figura do profeta, do sacerdote, que existia no Antigo Testamento. No Novo Testamento, Jesus Cristo é o único mediador. Mas o pastor dessas igrejas mais novas está se tornando o mediador. Para todos os detalhes de sua vida, você precisa dele. Se você recebe uma oferta de emprego, o pastor pode dizer se deve ou não aceitá-la. Se estiver paquerando alguém, vai dizer se deve ou não namorar com aquela pessoa. O pastor, em vez de ensinar a desenvolver a espiritualidade, determina se aquele homem ou aquela mulher é a pessoa de sua vida. E ele está gostando de mandar na vida
dos outros, uma atitude que abre um terreno amplo para o abuso.

ÉPOCA - Você afirma que não é só culpa do pastor.
Marília - Assim como existe a onipotência pastoral, existe a infantilidade emocional do rebanho. A grande crítica de Freud em relação à religião era essa.
Ele dizia que a religião infantiliza as pessoas, porque você está sempre transferindo suas decisões de adulto, que são difíceis, para a figura do pai ou da mãe, substituí­dos pelo pastor e pela pastora. O pastor
virou um oráculo. Assim é mais fácil ter alguém, um bode expiatório, para culpar pelas decisões erradas.

ÉPOCA - Quais são os grande s males espirituais que você testemunhou?
Marília - Eu vi casamentos se desfazer, porque se mantinham em bases ilusórias. Vi também pessoas dizendo que fazer terapia é coisa do diabo. Há pastores que afirmam que a terapia fortalece a alma e a alma tem de ser fraca; o espírito é que tem de ser forte. E dizem isso apoiados em textos bíblicos. Afirmam que as emoções têm de ser abafadas e apenas o espírito ser fortalecido. E o que acontece com uma teologia dessas? Psicoses potenciais na vida das pessoas que ficam abafando as emoções. As pessoas que aprenderam essa teologia e não tiveram senso crítico para combatê-la ficaram muito mal. Conheci um rapaz com muitos problemas de depressão e de autoestima que encontrou na igreja um ambiente acolhed or. Ele dizia ter ressuscitado emocionalmente. Só que, com o passar dos anos, o pastor se apoderou dele.

ÉPOCA - Qual foi a história que mais a
impressionou?
Marília - Uma das histórias que mais me tocaram foi a de uma jovem que tem uma doença degenerativa grave. Em uma igreja, ela ouviu que estava curada e que, caso se sentisse doente, era porque não tinha fé suficiente em Deus. Essa moça largou os remédios que eram importantíssimos no tratamento para retardar os efeitos da miastenia grave (doença autoimune que acarreta fraqueza muscular). O
médico dela ficou muito bravo, mas ela peitou o médico e chegou a perder os movimentos das pernas. Ela só melhorou depois de fazer terapia. Entendeu que não precisava se livrar da doença para ser uma boa pessoa.


ÉPOCA - Por que demora tanto tempo para a pessoa
perceber que está sendo vítima?
Marília - Os abuso s não acontecem da noite para o dia. No primeiro momento, o fiel idealiza a figura do líder como alguém maduro, bem preparado. É aquilo que fazemos quando estamos apaixonados: não vemos os defeitos. O pastor vai ganhando a confiança dele num crescendo. Esse líder, que acredita que Deus o usa para mandar recados para sua congregação, passa a ser uma referência na vida da
pessoa. O fiel, por sua vez, sente uma grande gratidão por aquele que o ajudou a mudar sua vida para melhor. Ele quer abençoar o líder porque largou as drogas, ou parou de beber, ou parou de bater na mulher ou porque arrumou um emprego. E começa a dar presentes de acordo com suas posses. Se for um
grande empresário, ele dá um carro importado para o pastor. Isso eu vi acontecer várias vezes. O pastor gosta de receber esses presentes. É quando a relação se contamina, se torna promíscua. E o pastor usa a Bíblia para legitimar essas práticas.

ÉPOCA - Você afirma que muitos dos pastores não agem por má-fé, mas por uma visão messiânica...
Marília - É uma visão messiânica para com seu rebanho. Lutero (teólogo alemão responsável pela reforma protestante no século XVI) deve estar dando voltas na tumba. O pastor evangélico vi rou um papa, a figura mais criticada pelos protestantes, porque não erra. Não existe essa figura, porque somos todos errantes, seres faltantes, como já dizia Freud. Pastor é gente. Mas é esse pastor
messiânico que está crescendo no evangelismo. A reforma de Lutero veio para acabar com a figura intermediária e a partir dela veio a doutrina do sacerdócio universal. Todos têm acesso a Deus. Uma das fontes do livro disse que precisamos de uma nova reforma, e eu concordo com ela.

ÉPOCA - Se a igreja for questionada em seus dogmas,
ela não deixará de ser igreja?
Marília - Eu não acho. A igreja tem mesmo de ser questionada, inclusive há pensadores cristãos contemporâneos que questionam o modelo de igreja que estamosvivendo e as teologias distorcidas, como a teologia da prosperidade, que são predominantemente neopentecostais e ensinam essa grande barganha. Se você não der o dízimo, Deus vai mandar o gafanhoto. Simbolicamente falando,
Ele vai te amaldiçoar. Hoje o fiel se relaciona com o Divino para as coisas darem certo. Ele não se relaciona pelo amor. Essa é uma das grandes distorções.

ÉPOCA - No livro você dá alguns alertas para não cair no abuso religioso.
Marília - Desconfie de quem leva a glória para si. Uma boa dica é prestar atenção nas visões
megalomaníacas. Uma das características de quem abusa é querer que a igreja se encaixe em suas visões, como querer ganhar o Brasil para Cristo e colocar metas para isso. E aquele que não se encaixar é um rebelde, um feiticeiro. Tome cuidado com esse homem. Outra estratégia é perguntar a si mesmo se tem medo do pastor ou se pode discordar dele. A pessoa que tem potencial para abusar não aceita que sediscorde dela, porque é autoritária. Outra situação é observar se o pastor gosta de dinheiro e ver os sinais de enriquecimento ilícito. São esses geralmente os que adoram ser abençoados e ganhar presentes. Cuidado .


*Marília de Camargo César, 44 anos, jornalista, casada,
duas filhas. Editora assistente do jornal O Valor, formada pela
Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero .Seu
livro de estreia é Feridos em nome de Deus (editora Mundo
Cristão

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Quando a Bíblia Faz Mal

>> terça-feira, 7 de julho de 2009


Sempre que se obedece à Escritura por causa dela mesma, se está cedendo à tentação do Diabo!



Não é de estranhar, portanto, que o pai da fé, Abraão, tenha vivido pela fé na Palavra antes de haver Escritura, mostrando-nos assim, que a Palavra precede a Escritura.



A fé vem pelo ouvir-escutar-crer-render-se à Palavra.



E a pregação só é Palavra se o Espírito estiver soprando. Do contrário, é só prega-ação!



E a pregação que não é Palavra é apenas estudo bíblico, podendo gerar mais doença do que libertação.



A grande tentação é fazer a Escritura se passar por Palavra. As Escrituras se iluminam como a Palavra somente quando aquele que a busca tem como motivação o encontro com a Palavra de Deus. Ou quando o Deus da Palavra fala antes ao coração!



A Bíblia é o Livro.



A Escritura é o Texto.



A Palavra É!



“Escritura” sem Deus é apenas um texto religioso aberto à toda sorte de manipulações!



No genuíno encontro com Deus e com a Palavra, a Escritura vem depois.



Sim! A Escritura vem bem depois!



O processo começa com a testificação do Espírito — pelo testemunho da Palavra de que somos filhos de Deus (Atos 16:14; Romanos 8:14-17; 10:17).



Depois, nos aproximamos da Escritura, pela Palavra. Então, salvos da “Escritura” pela Palavra, estudamo-la buscando não o seu poder ou o seu saber, mas a “revelação” imponderável acerca da natureza e da vontade de Deus, que daquele “encontro”—entre a Escritura, a Palavra e o Espírito — pode proceder.



Para tanto, veja João 5:39-40, onde o exame das Escrituras só se atualiza como vida se acontecer em Cristo.



Um exemplo do que digo é a tentação de pular do Pináculo do Templo. Tinha uma “base bíblica”— se levarmos em conta a Escritura como sendo a Palavra. Mas o que Jesus identificou ali foi a Escritura sem a Palavra.



Um ser pré-disposto ao sucesso teria pulado do Pináculo em “obediência” à Escritura e à sua literalidade, violando, para sua própria morte, a Palavra.



Sim! Estava escrito.



Porém, não estava dito!



Ora, é em cima do que está escrito mas não está dito, que não só cometemos “suicídios”, mas também “matamos” aqueles que se fazem “discípulos” de nossa arrogância, os quais, motivados pelas nossas falsas promessas, atiram-se do Pináculo do Templo abaixo.



E é também por causa desse tipo de obediência à letra da Escritura que nós morremos.



A letra mata!



Olhamos em volta e vemos o Livro de Deus em todas as prate-Lei-ras. Vemos o povo carregando-o sob o braço e percebemos que eles são apenas “consumidores de Bíblias”.



Vemos seus lideres e os percebemos, muitas vezes, apenas como “mercadejadores” de Bíblias e dos “esquemas” e “programas” que se derivam do marketing que oferece e vende sucesso em “pacotes em nome de Jesus”.



Sim! E isso tudo não porque nos faltem Bíblias e muito menos acesso à Palavra.



O que nos falta é buscar a Deus por Deus.



O que nos falta é sermos filhos amados de Deus não porque isto nos dá status Moral sobre uma sociedade que não é mais perdida que a própria “igreja”, coletivamente falando, é claro!



O que nos falta é a alegria da salvação, sendo essa alegria apenas fruto de gratidão.



É somente na Graça que a leitura da Bíblia tem a Palavra para o coração humano. Sem a iluminação do Espírito a Bíblia é apenas o mais fascinantes de todos os best-sellers.





Caio

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Achei uma frase antiga..., mas tenho uma nova!

>> quinta-feira, 2 de julho de 2009


Eu nunca reclamei da ausência de alguém, porque nunca esperei a presença de ninguém!





Manos, sabem de quem é essa frase?



É minha.



Balizou minha vida por muito tempo.



Não mais.



Não que eu vá começar a reclamar ausências agora. Não. Nunca.



Mas aborto minha frase por outro motivo:



Porque hoje preciso muito de vcs. E peço a "presença" de todos! E na minha cabeça tem o rosto de todos para quem agora escrevo nesses grupos...



Obrigado por estar comigo e com os meus! E por estar com aqueles com quem eu estou. E estarmos todos NELE - Senhor nosso!



Eu só tenho uma Causa! E só volto a minha frase antiga, se minha Causa (que não é minha, eu é que sou dela!) não for a sua também!



Do contrário, essa é a frase de agora, inventada por outro e por mim adotada:



"Vamos precisar de todo mundo, pra banir do mundo a opressão

Para contruir a vida nova, é só repartir melhor... o pão!"



Vamos tentar?





Nada a temer!



Boa semana a todos... (Essa é só uma palavrinha de motivação...)





Marcelo

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