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A lei da semeadura e da colheita na conjugalidade

>> quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

A lei da semeadura e da colheita na conjugalidade from David Palazzo on Vimeo.

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Que tal um passeio?

Para mim, hoje em dia, o caminho da simplicidade e da pureza conforme o Evangelho passa pela sincronicidade e conectividade da Palavra e do Espírito, juntamente com a interpretação que sempre nos chega quando lemos a vida com o coração verdadeiro, honesto e ávido por crescer em amor.

Tem sido incomparável experimentar a liberdade da Palavra e seu agigantamento sobre basicalidades teológicas, mostrando-me como Seu casamento indivorciável com o Espírito Santo sempre nos colocará no colo de Jesus como crianças do Reino.
Olhe como é simples!

Hoje acordei com uma voz serena no coração que me pegou pelos punhos e me levou a passear. Pelo jardim que andei, lembrei do que Jesus disse: [...] “E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes em memória de mim” [...]

Enquanto o passeio foi seguindo, belas paisagens surgiram de súbito e me mostravam que o “fazei isto em memória de mim” não poderia estar condicionado a um rito, ou a um tempo exclusivo de uma ordenança que, ainda que verdadeira, acontece nos dias de hoje uma vez por mês. Teria que ser mais! Pois creio eu, segundo o Espírito do Evangelho, que o chamado é para comer Dele sempre!

Novas paisagens surgiam...

O Pão não é só um elemento, ou comida. Assim como simboliza o Corpo de Cristo, foi usado por Jesus para simbolizar tanto mais. Sua vontade, Ele mesmo, a vontade do Pai. Portanto, quando me alimento do Corpo, sei que como Dele e da Sua vontade que é fazer o Corpo andar. Por isso Jesus ter dito: “Levante-te, toma teu leito e anda!”
Fazer a vontade do Pai, isto é, comer desse Pão é caminhar a vida, lidar com as dificuldades, com os problemas e as tomadas de decisão, fazendo sempre em memória de Jesus, com sua cabeça, sua mente, ou seja, fazendo como Ele fez, falando como Ele falou, agindo como Ele agiu e sendo como Ele foi.

Semelhantemente, o cálice simboliza o Sangue de Jesus! Todavia, simboliza também, confiança, certeza, fé, alegria, novo entendimento e consciência, tempo novo, o Espírito Santo e tanto mais. Desse modo, ao beber do cálice no chão da existência, com a poeira nos pés e os resquícios de sujeira no rosto, eu confio como Jesus confiou no Pai, tenho certeza da Sua vontade como Ele teve, me alegro sempre Nele e recebo sempre do entendimento, da consciência e do novo tempo que sempre canta pelo Espírito: “fazer isto é memória de Mim, é encarar como Eu encarei e viver como Eu vivi!”

Foi necessário se algemar às mãos da teologia para fazer esse passeio? Não! Só e simplesmente se deixar levar pelo convite do Espírito para ouvir Suas Palavras no jardim de Deus onde a toda paisagem era Jesus.

Contemple!

Seu Corpo: Ele, sua vontade, nossa caminhada, nossa cura...

Sua memória: Lembrar de como Ele foi, nos quatro Evangelhos, como agiu, como viveu...

Seu Sangue: Ele, alegria, consciência, novidade, libertação, o Espírito...

Sua memória: Eterna, atemporal, na vida, em todo tempo, a cada instante...

Um rito? Um momento? Um encontro? Uma ceia? Não! Várias! Sempre! Muito! Eternamente...

E agora, que tal um passeio?

Thiago
Eldorado
Goiânia
20 de janeiro de 2010

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Não seja você um sinal dos últimos dias

>> sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Não seja você um sinal dos últimos dias from Caminho da Graça | blog on Vimeo.

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Imagine...

>> quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Quando o Reino do Senhor Jesus for instalado aqui na terra, quando a eternidade invadir o tempo, quando O Cordeiro que foi morto antes da fundação dos tempos surgir em Glória e Majestade e todo olho o ver, e todo joelho se dobrar e toda língua confessar que Ele é o Senhor para a todo Sempre; aí então isso será Real!

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Jesus mandou, eu vou! - Caio Fábio‏

Jesus mandou pregar a toda criatura;
E em todos os lugares;
Ou, no Seu dizer: Nas portas do inferno!
Assim, só para quem não quer ouvir, não prego.
Mas aonde alguém me quiser ouvir, aí pregarei.
Podem ser lugares reais, virtuais ou de qualquer outra natureza.
Assim... Já preguei atendendo a um convite “oficial” do “Comando Vermelho”
Já preguei para Presidentes e Governadores.
Por que, então, me negaria a pregar aonde quer que fosse...
E para quem quer que seja?
Pregando em Brasília, na “União Planetária”,
Perguntaram-me como tinha sido minha “conexão espiritual"
E eu falei de meu encontro com Jesus.
O líder ficou agitado.
Mas muitos ouviram com avidez.
Já preguei em Boca de Fumo e de Pó;
Em Catedral e em Quintal;
Em Bar e em Barco;
Em Boate e em Mosteiros;
Em Salão de Beleza em Hospital.
E etc. e tal.
O que seria uma fala sem final...
Já preguei, no alto do Boreu, em “Casa de Umbanda”
Então, por que não pregaria em qualquer Igreja,
Ponto de Bicho e Loja Maçônica?
Ou mesmo para Banqueiros, Médicos, Curandeiros,
Pastores, Macumbeiros, Padres, Magos, Monges e Vândalos?
Afinal, todos pecaram; e igualmente carecem da glória de Deus!
Ora, quem prega na Internet e tem seu lugar virtual, nesse quintal global,
Não tem mais porque ter tais pudores,
Pois eles nos limitam em muitos poderes.
O poder de estar em todos os lugares.
O poder de ter todas as mentes da terra ali se conectando.
O poder de estar, sem ser parte do que a alma aborrece.
E, sobretudo, de poder se deixar expor como questão-resposta a todos os homens.
Assim, se espíritas me chamarem a pregar em Centros, eu irei.
Se me chamarem para pregar no canal da Universal, eu pregarei.
Se me derem espaço no canal Esotérico, lá estarei.
Se os papas da Nova Era me pedirem para pregar o que penso,
Encherei a Terra com o clamor do Evangelho.
Pois, sei...
Que é o Evangelho o que prego; e, portanto,
Onde quer que me deixarem falar, ali não haverá confusão;
Pois prego somente a Jesus, o Cordeiro da Cruz Eterna e Histórica;
Que gerou a Criação e o da Ressurreição que apontou a Glória;
O da Graça que é mediante a fé; e que assim justifica a todo aquele que crê.
Ora, onde quer que esta seja a Palavra,
Todos os diabos sabem o seu lugar;
E é a verdade que liberta...
Que se faz impor como a própria verdade o faz,
Sem partos artificiais
E sem humilhações ou guerras — tudo belo como Jesus.
Onde, porém, não me fizerem “cortes”, ali estarei.
Sempre buscando pregar com bom senso, propriedade, unção,
Ousadia e sabedoria no Espírito Santo.
Mas ninguém terá dúvida alguma quanto ao fato de que é e será o Evangelho.
E quanto a isto eu sei que jamais houve ou haverá confusão.
Sei em Quem tenho crido.
E sei a Quem tenho pregado.
E Ele crucificado e, dentre os mortos, ressuscitado.
Assim como nenhuma criatura, dimensão,
Tempo ou estação da existência...
Pode me separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus,
Do mesmo modo devo, por tal certeza,
Pregar a toda e qualquer criatura que entenda, em qualquer dimensão,
Meio ou mídia;
Em todo tempo e estação da vida;
E sem nenhuma dívida para com o passado, o presente e o futuro — Pois farei isto sempre por amor e incontrolável alegria no Espírito Santo.
Espero ter deixado claro que só não prego onde o lugar-não-existir.
Cada lugar, porém, ouvirá o Evangelho, mas de um modo que seja próprio.
Nele, que é; e por Quem estou buscando a disposição de estar pronto...
Para tudo ao que Ele se dispôs — exceto a Cruz...
Que Ele já levou por mim,

Caio Fábio D´Araújo Filho
Adaptação: Gláucia Santana

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Maledicência - Não fales mal de ninguém!

>> terça-feira, 5 de janeiro de 2010


Huberto Rohden



Toda pessoa não suficientemente realizada em si mesma tem a instintiva tendência de falar mal dos outros.

Qual a razão última dessa mania de maledicência?

É um complexo de inferioridade unido a um desejo de superioridade.

Diminuir o valor dos outros dá-nos a grata ilusão de aumentar o nosso valor próprio.

A imensa maioria dos homens não está em condições de medir o seu valor por si mesma. Necessita medir o seu próprio valor pelo desvalor dos outros.

Esses homens julgam necessário apagar as luzes alheias a fim de fazerem brilhar mais intensamente a sua própria luz.

São como vaga-lumes que não podem luzir senão por entre as trevas da noite, porque a luz das suas lanternas fosfóreas é muito fraca.

Quem tem bastante luz própria não necessita apagar ou diminuir as luzes dos outros para poder brilhar.

Quem tem valor real em si mesmo não necessita medir o seu valor pelo desvalor dos outros.

Quem tem vigorosa saúde espiritual não necessita chamar de doentes os outros para gozar a consciência da saúde própria.

As nossas reuniões sociais, os nossos bate-papos são, em geral, academias de maledicência.

Falar mal das misérias alheias é um prazer tão sutil e sedutor – algo parecido com whisky, gin ou cocaína – que uma pessoa de saúde moral precária facilmente sucumbe a essa epidemia.

A palavra é instrumento valioso para o intercâmbio entre os homens. Ela, porém, nem sempre tem sido utilizada devidamente.

Poucos são os homens que se valem desse precioso recurso para construir esperanças, balsamizar dores e traçar rotas seguras.

Fala-se muito por falar, para "matar tempo". A palavra, não poucas vezes, converte-se em estilete da impiedade, em lâmina da maledicência e em bisturi da revolta.

Semelhantes a gotas de luz, as boas palavras dirigem conflitos e resolvem dificuldades.

Falando, espíritos missionários reformularam os alicerces do pensamento humano.

Falando, não há muito, Hitler hipnotizou multidões, enceguecidas, que se atiraram sobre outras nações, transformando-as em ruínas.

Guerras e planos de paz sofrem a poderosa influência da palavra.

Há quem pronuncie palavras doces, com lábios encharcados pelo fel.

Há aqueles que falam meigamente, cheios de ira e ódio. São enfermos em demorado processo de reajuste.

Portanto, cabe às pessoas lúcidas e de bom senso, não dar ensejo para que o veneno da maledicência se alastre, infelicitando e destruindo vidas.

Pense nisso!

Desculpemos a fragilidade alheia, lembrando-nos das nossas próprias fraquezas.

Evitemos a censura.

A maledicência começa na palavra do reproche inoportuno.

Se desejamos educar, reparar erros, não os abordemos estando o responsável ausente.

Toda a palavra torpe, como qualquer censura contumaz, faz-se hábito negativo que culmina por envilecer o caráter de quem com isso se compraz.

Enriqueçamos o coração de amor e banhemos a mente com as luzes da misericórdia divina.

Porque, de acordo com o Evangelho de Lucas, "a boca fala do que está cheio o coração".



(Texto extraído do livro "A Essência da Amizade" – Huberto Rohden* – Editora Martin Claret).

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Em 2010, um você novo para um ano novo!



DEZ COISAS TÃO SIMPLES QUANTO ESSENCIAIS À VIDA!

1. Nunca descreia do poder do amor, ainda que você demore muito a ver os resultados;

2. Não tema pedir em oração, pois o Pai tem prazer em nos ouvir pedindo em fé confiante; mas lembre que Deus não está preso à oração, posto que somente nos atenda naquilo que Ele, como Pai, não julgue que nos fará mal;

3. Leia as Escrituras, especialmente a parte chamada de Novo Testamento; pois toda pessoa que, tendo tal chance, não a use, demonstra que não deseja mesmo conhecer a Deus; posto que seja pela leitura da Palavra que melhor se possa discernir a vontade de Deus;

4. Exercite-se na dadivosidade e na generosidade, pois por tais exercícios seu coração se manterá sóbrio em relação a dinheiro e poder;

5. Nunca fuja de uma necessidade humana que você possa ajudar a resolver... Seria como fugir de Jesus;

6. Fuja do pensamento malicioso. Seja sábio e sóbrio, mas não olhe com malicia, posto que o olhar malicioso corrompa todo o seu ser;

7. Cuidado com todas as raízes perversas... Sim, cuide de seu coração para que nele não cresçam as raízes da inveja, da amargura, da arrogância ou da auto-vitimização; pois essas são as piores raízes a serem deixadas vivas no chão do ser;

8. Nunca se sinta importante, pois tiraria toda a sua naturalidade de ser e viver...; além de que tal sentir é a ladeira para o abismo;

9. Nunca fuja de nenhuma verdade sobre você ou sobre quem você ame; pois, por tal evasão perde-se o discernimento e mergulha-se o ser no escafandro do auto-engano no fundo de um mar de rochas... Além disso, quem determina um auto-engano no pouco, esse será enganado no muito;

10. Ame a Deus e ao próximo; e não existirá lugar para ídolos em seu coração.


Pense nisto!

Um beijo!

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